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MoneyFit na midia
06.02.2012

Matéria publicada no portal Infomoney em 26/01/2012
Por: Diego Lazzaris Borges
Link para a matéria original aqui.

SÃO PAULO – Errar é humano e todos nós estamos sujeitos a cometer equívocos. Entretanto, sempre existem alguns comportamentos que devem ser evitados ao máximo, pois suas consequências podem ser desastrosas.

Quem investe ou pretende começar a aplicar o seu dinheiro também precisa se atentar para alguns erros considerados “graves”, para evitar perdas financeiras. Por isso, pedimos para o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro, listar os sete pecados capitais dos investidores. Confira:

Pecado 1 – “Contabilidade mental”

O especialista explica que “Contabilidade mental” é o nome dado pelos estudiosos de finanças comportamentais ao comportamento de algumas pessoas que separam, mentalmente, o dinheiro em diferentes “compartimentos”.

“Imagine um sujeito que está guardando dinheiro na poupança - remunerado a uma taxa baixa - para pagar uma viagem, e não mexe naquele dinheiro de jeito nenhum. Mas ao mesmo tempo ele está com dívidas no cartão de crédito ou no cheque especial pagando taxas altíssimas”, diz Massaro.

Ele lembra que, neste caso, o mais racional seria tirar o dinheiro da poupança e pagar as dívidas, mas muitas pessoas não conseguem fazer isso. “Mentalmente, elas consideram aquele dinheiro intocável”, ressalta.

Pecado 2 – Não se informar

O segundo “pecado capital” do investidor é não procurar informação e não se educar financeiramente. “A educação financeira é uma ferramenta de liberdade pessoal, mas poucas pessoas conseguem enxergar isso. Quem é bem educado financeiramente consegue tomar suas decisões de forma muito mais clara e racional”, afirma Massaro.

Já aqueles que não investem neste tipo de educação correm um risco muito maior de tomar decisões erradas. “Ou então acabam tendo que recorrer a outras pessoas em busca de informações, que muitas vezes são tão ou mais despreparadas”, alerta o especialista.

Pecado 3 – Não diversificar

A diversificação de investimentos é uma das premissas básicas do gerenciamento de riscos. “É o 'feijão com arroz', o mínimo que alguém pode fazer. E a não-diversificação é, em grande parte, uma consequência do pecado anterior, pois a educação financeira deficiente faz com que não consigamos enxergar os riscos”, afirma.

Pecado 4 – Preconceito

O preconceito em relação aos investimentos é mais um dos erros comuns dos investidores e que pode ser classificado como um dos “pecados capitais”.

“Um caso clássico é o daquele sujeito que tem muito dinheiro e coloca tudo numa caderneta de poupança, pois ele aprendeu que era o Investimento mais seguro que existe e simplesmente não quer nem ouvir falar de outra coisa”, diz Massaro. “Às vezes ele até conhece outras alternativas tão seguras quanto e mais rentáveis, mas o medo fala mais alto e ele permanece 'abraçado' às suas crenças, sem perceber que pode não estar fazendo o melhor para si”, completa.

Pecado 5 – Investir pontualmente

O especialista lembra que investir não deve ser uma atitude isolada e pontual, e sim um hábito. “O investidor disciplinado cria uma regra para si – por exemplo, investir todo mês 10% do salário - e transforma isso em hábito, o que acaba levando a uma vida financeira cada vez mais sólida e saudável”, diz.

Já o investidor pouco eficiente, segundo Massaro, é aquele que investe algum dinheiro em determinado momento da vida e nunca mais se preocupa em fazê-lo de novo.

Pecado 6 – Expectativas irreais

O especialista ressalta que investir no mercado financeiro dificilmente é um caminho para o enriquecimento fácil e rápido,mas muita gente ainda acredita que vai dar a “grade tacada”.

“Por conta disso, a pessoa acaba se expondo a riscos elevados e pode perder (muito) dinheiro”, alerta. “É importante saber qual é o retorno médio dos investimentos mais conservadores do mercado e fazer os planos e projeções baseados neles”, aconselha o especialista.

Pecado 7 – Se “casar” com os investimentos

Comprar ações de uma empresa, esperando uma grande valorização em um curto ou médio prazo, e ser surpreendido com um movimento contínuo de queda é uma situação comum no mercado acionário.

Neste caso, o especialista afirma que é preciso ter um pouco de coragem para cortar as perdas rapidamente e preservar o capital aplicado. “Mas muitas pessoas têm dificuldade em assumir que tomaram uma decisão errada e por isso ficam ali, sofrendo e vendo o investimento 'derreter', na expectativa de que as coisas vão melhorar”, critica.


MoneyFit na midia
06.02.2012

Matéria para o Yahoo Notícias em 31/01/2012
Por Diego Lazzaris Borges
Link para a matéria original aqui

SÃO PAULO – Investir uma parte do salário todos os meses não é uma tarefa fácil para a maioria dos brasileiros. Isso porque este tipo de operação exige controle dos gastos e das finanças pessoais, o que ainda pode ser considerado uma “raridade” entre grande parte da população.

Mas quem tem interesse em fazer aplicações mensais e constituir uma poupança de longo prazo por meio de uma aplicação financeira tem uma forma de “driblar” a falta de disciplina: a programação de investimento automático, disponível em vários bancos e instituições financeiras para vários tipos de aplicações – desde a tradicional caderneta de poupança até as ações de grandes empresas, passando pelos fundos de investimentos.

“A maioria das pessoas acaba gastando aquilo que está disponível na conta, elas não têm muito hábito de se programar e investir todos os meses. Para elas, é uma boa oportunidade”, afirma o professor do LabFin, Keyler Carvalho Rocha.

Ele lembra que, mesmo que os valores investidos mensalmente não sejam elevados, esse tipo de aplicação tem força no longo prazo, influenciada pelo poder dos “juros sobre juros”. “Você pode investir uma pequena quantia por mês, dentro das suas possibilidades, mas, no final do prazo estipulado, muitas vezes consegue juntar um valor considerável”, aponta.

Outro ponto favorável deste tipo de operação, segundo o professor, é a comodidade. “O investidor não precisa entrar em contato com o banco ou alguma instituição financeira todos os meses para fazer a aplicação. Basta programar uma única vez e deixar o saldo disponível”, ressalta. “É como se fosse uma conta que você coloca em débito automático, para não precisar se preocupar em pagar todos os meses”, compara.

O especialista em finanças pessoais da MoneyFit, Antonio de Julio, também enxerga no “investimento programado” uma boa oportunidade. “Acho essa uma excelente maneira de se programar e conseguir investir uma quantia todos os meses, pensando no futuro”, afirma.

Cuidados De acordo com os especialistas, o principal cuidado que o investidor deve ter ao programar o investimento automático é com seu próprio planejamento financeiro. Ou seja, não adianta investir uma quantia maior do que as suas possibilidades e acabar precisando de dinheiro para despesas básicas ao longo do mês. “Você precisa se programar e fazer as contas do quanto pode separar do seu salário para investir”, afirma De Julio.

O professor do LabFin ressalta que é importante fazer as contas e programar a aplicação de um valor que caiba no orçamento. “Não vale nem um pouco a pena fazer um investimento com retorno de menos de 1% ao mês e acabar o mês precisando tomar um empréstimo pagando taxas muito maiores, de até 5% para o banco”, aponta Rocha.

Tipos de investimentos Diversas instituições financeiras oferecem a opção de investimentos com aplicação programada. Em alguns bancos, é possível investir em fundos, outros também oferecem a aplicação mensal em ações de determinadas empresas.

Existem corretoras que também disponibilizam a reaplicação automática de dividendos (distribuição do lucro entre os acionistas minoritários). Ou seja, quando o provento é creditado na conta-corrente do investidor, o valor é utilizado automaticamente para compra de mais ações daquela empresa.

Quem quer investir em títulos públicos também terá a opção de programar as aplicações a partir deste ano. No final de 2011, o Tesouro Nacional anunciou medidas para popularizar o programa Tesouro Direto e, entre as novidades, está prevista a compra programada de títulos.


MoneyFit na midia
06.02.2012

Artigo publicado no blog “Você e o Dinheiro” do Portal EXAME em 20/01/2012
Por: André Massaro
Link para o artigo original aqui.

Feliz 2012! Finalmente chegamos! No final do ano passado, falamos bastante sobre as famosas resoluções de final de ano (aquelas que a gente sempre promete, não cumpre, mas no final deste ano vamos prometer de novo, afinal de contas “somos brasileiros e não desistimos nunca!”).

Você fez resoluções de ano novo? Como está sua evolução? Você definiu passos precisos e métricas para avaliar seu desempenho? Honestamente, eu desejo todo sucesso e quero muito que todos cumpram suas metas (aliás, devo confessar que este ano eu mesmo estabeleci algumas…). Mas agora vamos voltar à dura realidade…

Existe uma grande possibilidade de que suas resoluções (uhm, uhm… digo… as NOSSAS resoluções) de fim de ano sejam mais uma vez “furadas”. Não necessariamente porque sejamos pessoas fracas e com pouca determinação, e sim porque esse tipo de promessa aparentemente foi feito para dar errado mesmo. Talvez simplesmente não seja da nossa natureza realizar esse tipo de coisa.

Em 2007, o psicólogo inglês Richard Wisemen, da Universidade de Hertfordshire, que aqui no Brasil é conhecido por ser autor de alguns livros de “psicologia pop” como “59 Segundos”, “Fator Sorte” e “Esquisitologia” (o nome é esse mesmo!), realizou uma pesquisa com 3 mil participantes que fizeram resoluções de final de ano. No início do ano, 52% dos participantes estavam altamente confiantes no sucesso de seus planos, mas… no fim das contas, 88% falharam. Apenas 12% das pessoas que estabeleceram resoluções de fim de ano conseguiram cumpri-las. Essa é a baixíssima porcentagem de “heróis” que conseguem cumprir aquelas promessas que fizeram a si mesmos. Talvez seja a prova que faltava de que promessas de final de ano são realmente feitas para serem descumpridas…

Leia o restante do artigo no Portal EXAME.


MoneyFit na midia
06.02.2012

Matéria publicada no Portal EXAME em 27/01/2012
Por: Lilian Sobral
Link para a matéria original aqui.

Remunerações variáveis e ações dadas pelas empresas devem ter planejamento financeiro especial

São Paulo – Em algumas empresas, nem só de 13º salário vivem os funcionários. A remuneração variável, que está atrelada ao cumprimento de metas e bons desempenhos, se faz presente em muitas companhias. Mas qual é a maneira certa de cuidar desse dinheiro extra?

Em muitos setores, o valor que vem não é pouco. “O setor financeiro é bem tradicional em remuneração variável e às vezes o bônus pode até superar o salário”, afirma William Monteath, diretor de operações da Robert Half no Rio de Janeiro. Em outros setores, a estimativa de Monteath é que a remuneração variável média gire em torno de dois a três salários extras. Atualmente, alguns setores como petróleo e gás, mineração e construção civil superam essa quantia e a média entre eles pode chegar a até seis salários extras.

Segundo Monteath , não existe uma época certa, mas normalmente as empresas que bonificam anualmente pagam após apuração dos resultados semestrais, ou seja, normalmente final de janeiro e final de julho.

Justamente por trazer acréscimos polpudos ao bolso é preciso ter cuidado para cuidar desses bônus. O primeiro conselho de André Massaro, educador financeiro da MoneyFit, é que o funcionário lembre-se que a bonificação não é garantida está ligada ao desempenho individual do funcionário e total da empresa. “O dinheiro pode vir ou não. Caso ele não venha, o padrão de vida de alguém não pode mudar por isso”, diz. O valor é um dinheiro extra e não deve ser gasto antes de entrar na conta.

Como é um valor que não estava sendo esperado, a principal sugestão de Massaro é investir. “A escolha das aplicações varia de acordo com o perfil de cada um, mas aplicar é sempre a melhor ideia”, diz.

Outra sugestão é aproveitar que o dinheiro não era esperado e tentar alçar voos mais arrojados nos investimentos. “Uma das regras da bolsa, que pode ser aplicada para qualquer instrumento de renda variável, é que você deve usar aquele dinheiro que não não faria falta para fechar as contas”, diz. Receber um bônus pode ser então uma boa oportunidade para experimentar novas maneiras de investir e olhar com mais atenção para ativos que possam trazer rentabilidades mais altas, embora sejam mais arriscados.

Outra maneira de distribuir bônus para funcionários é dar ações da companhia ou aplicar planos de opção de compra de ação (stock options), onde o funcionário premiado tem preferência para comprar os papéis da companhia em que trabalha por um preço abaixo do mercado e vender com lucro. Segundo Monteath, da Robert Half, algumas empresas já têm até planos abertos para todos os funcionários, embora seja a minoria. “Na maior parte das companhias, esses planos são dirigidos para cargos gerenciais para cima”, afirma.

Ao receber a ação, é importante lembrar que cada empresa aplica uma regra específica para os resgates e permite que eles sejam feitos pouco a pouco como forma de reter os funcionários.

Conforme o resgate dos papéis é autorizado, é importante que o executivo que tenha a ação na mão saiba o que fará com ela. A principal dica é usar o ativo para impulsionar a carteira que o investidor já tiver na bolsa. “Se ele escolheu uma composição com empresas de determinado perfil no qual a companhia que ele trabalha não se encaixa, ele deve vender os papéis para comprar ações que se adequem ao portfólio”, sugere Massaro.

De olho no imposto

A remuneração extra é uma boa notícia para qualquer um. Apesar da empolgação sobre um prêmio não esperado, o investidor não deve esquecer que qualquer aumento de patrimônio está sujeito à cobrança de Imposto de Renda.

No caso dos bônus em dinheiro, Rogério Kita, sócio-diretor da NK Contabilidade, explica que o valor extra entra no informe de rendimentos fornecido pelas empresas como entra o salário de qualquer mês e deve ser declarado a partir dessas informações. “A alíquota que incide varia de acordo com o valor recebido e obedece à mesma tabela usada para tributar salários”, afirma.

Quando o prêmio vem em forma de ações, o imposto só incide na hora da venda dos papéis sobre o lucro obtido entre o preço de venda e o preço do papel no dia em que entrou no patrimônio do executivo. O recebimento da ação propriamente dito é isento. “Ao declarar o IR, o contribuinte deve informar quantas ações têm e qual o valor equivalente dos papéis”, afirma Kita. Outra dica é acrescentar na declaração uma observação informando que aqueles papéis foram recebidos como bonificação. Afinal, se o patrimônio crescer sem que “caiba” nos rendimentos do ano, a declaração pode ir parar na malha fina.


MoneyFit na midia
06.02.2012

Artigo publicado no blog “Você e o Dinheiro” do Portal EXAME em 31/01/2012
Por: André Massaro
Link para o artigo original aqui.

Talvez você ainda não saiba, mas há uma grande chance de ver seu salário aumentado em 2012. Ontem (dia 30 de janeiro) a consultoria Grant Thornton International Ltd divulgou a última edição de seu International Business Report, pesquisa que é feita com empresas e executivos de 40 países. Segundo a pesquisa, 92% dos empresários brasileiros entrevistados pretendem aumentar os salários de seus funcionários nos próximos doze meses, e 40% destes estimam que os aumentos serão reais (acima da inflação).

Se você é um dos felizardos que vão ver seu contracheque engordar, a dica é: não deixe o entusiasmo e a empolgação subirem à cabeça. Use o dinheiro extra de forma racional para garantir a sustentabilidade financeira sua e de sua família no longo prazo. Vamos ver, a seguir, algumas formas interessantes e racionais de usar esse dinheiro:

- Não seja um rato

Os americanos usam o termo rat race (“corrida dos ratos”) para descrever um estilo de vida onde o sujeito corre, corre e não chega a lugar algum. O termo é normalmente associado a uma vida profissional insana e hipercompetitiva. O guru financeiro Robert Kiyosaki, em seu livro clássico “Pai Rico, Pai Pobre”, popularizou ainda mais o termo ao definir como “corrida de ratos” a prática comum de muitos assalariados (e mesmo alguns empresários) de aumentar seu padrão de vida em proporção igual ou maior que o aumento de renda. Dessa forma, a pessoa ganha mais dinheiro, mas em termos de patrimônio real fica mais pobre (ou mesmo com patrimônio negativo).

A melhor forma de escapar da corrida de ratos é não entrando nela. Ganhou um aumento? Resista o quanto puder à tentação de subir seu nível de gastos. Permita-se o gostinho de acumular mais dinheiro e virar um verdadeiro investidor.

Leia o restante do artigo no Portal EXAME.


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