Português | English
Login
Senha
Blog
MoneyFIT na midia
01.09.2010

 

Matéria publicada em 01/09/2010 no blog “Seu Dinheiro” do Portal iG
Por: Denyse Godoy
Link para a matéria original aqui.
 
Quando um dos cônjuges resolve parar de trabalhar
 
Essa é uma decisão familiar –não individual–, matemática e que envolve sentimentos também.
 
É tomada, principalmente, pelo desejo do homem ou da mulher de se dedicar ao cuidado com os filhos e com a casa.
 
Para dar certo, precisa de muita conversa e de uma programação financeira caprichada.
“Fundamental é colocar na ponta do lápis as receitas e contas da casa para saber como fica esse equilíbrio se uma das fontes de renda for suprimida”, explica André Massaro, especialista em finanças pessoais e autor do livro “MoneyFit” (editora Matrix).
 
Nesse momento, pode-se perceber que uma parte dos gastos da família –com babá, por exemplo– é eliminada se um dos parceiros deixa o emprego. As despesas que esse cônjuge tem com almoço e transporte para o trabalho também são riscadas da lista.
 
“Mas é preciso pensar em como fica o padrão de vida do casal e dos filhos, considerando inclusive que é necessário fazer uma poupança para o futuro. Todos se sentem confortáveis com a nova situação?”, questiona Massaro.
 
No cálculo, deve-se considerar todos os detalhes, como a freqüência com que se compra roupas e sapatos e os passeios com os amigos. “Hábitos de consumo não são mudados de repente. Mas dá para combinar de diminuir um pouco a despesa sem eliminá-la completamente”, diz Reinaldo Monteiro, professor da faculdade Veris. E endividar-se para manter o estilo anterior não é uma opção.
 
Depois que existe um acordo, cada centavo que entra na casa é da família, não existe mais “o meu quinhão” e “o seu quinhão”. E, no orçamento, devem estar discriminadas as despesas pessoais dos cônjuges, como o cabeleireiro para ela e o aluguel da quadra de futebol para ele, independentemente de quem ganha o dinheiro. O pagamento de tais dispêndios vai sair da conta conjunta dos dois. Os companheiros podem, ainda, ter cartões de crédito complementares. Alguns casais também combinam de aquele parceiro que não trabalha receber uma determinada quantia por mês para seus gastos particulares.
 
O mais importante é que ninguém ultrapasse os limites previamente estabelecidos de despesas. “Casamento é uma sociedade. Os sócios precisam se entender”, lembra Massaro.
 
Além desse lado prático, o emocional merece igual atenção.
 
É comum que o cônjuge que continua trabalhando se sinta sobrecarregado e castigue a outra parte corrtando as suas despesas ou então se julgue merecedor de privilégios especiais. Alguns parceiros passam a ter relações fora do casamento ou a se permitir pequenos luxos como uma compensação pelo peso de ser o provedor, esquecendo-se de que quem fica em casa também faz o sacrifício de abandonar uma carreira e boa parte da sua liberdade para investir na família de ambos. Sem esse suporte, o outro parceiro nem teria condições de se desenvolver tanto.
 
“O diálogo é o melhor recurso para sanar os problemas que vão surgindo pelo caminho”, frisa Monteiro.

MoneyFIT na midia
01.09.2010

 

Matéria publicada em 01/09/2010 no UOL Economia
Por: Anne Dias
Link para a matéria original aqui.
 
Manutenção dos juros muda alguma coisa para investidores e devedores? Veja opinião de especialistas
 
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 10,75% ao ano.
 
O que isso muda na vida do investidor? E de uma pessoa que está com o nome sujo na praça?
 
O consultor financeiro Humberto Veiga traçou vários cenários para cada tipo de investimento.
 
 “No caso da poupança, ela não vai se distanciar de outros investimentos. Já o CDB será mantido, assim como os fundos DI. Já os CDB prefixado tira proveito da manutenção das taxas. Se a Selic tivesse subido, haveria perdas para o investidor que precisar resgatar os recursos antes do vencimento”, diz Veiga.
 
Agora, quem tem na carteira aplicações pós-fixadas, com base no CDI, perde. “Isso porque a manutenção da Selic limita os ganhos em até 10,75% ao ano”, diz José Raymundo de Faria Junior, diretor técnico da consultoria Wagner Investimento
 
Renda variável
Quem investe em ações deve ficar de olho nos setores de construção civil e varejo.
 
“São papéis que tendem a subir porque dependem de financiamento ao consumidor. Regra geral, a Bolsa de Valores sobe quando os juros estão numa tendência de baixa”, afirma Faria Junior.
 
Devedores
Nem adianta se animar se você tem algumas parcelas atrasadas. “Nada muda com a manutenção da Selic para quem tem dívidas. O crédito continuará caro tanto nas linhas pré como pós-fixadas”, afirma o consultor financeiro Silvio Paixão.
 
O especialista em finanças Andre Massaro concorda. “A situação atual não é nada boa para o devedor, ainda que os juros básicos tenham sido mantidos”, diz Massaro.

MoneyFIT na midia
31.08.2010

Matéria publicada no jornal “Diário do Grande ABC” em 29/08/2010

Por: Pedro Souza
Link para a matéria original aqui.
 
Essa matéria tb saiu nos seguintes links:
 
 
Mesada faz bem para a formação
 
No lugar de comprar tudo o que as crianças querem, os especialistas sugerem que, mesmo com dor no coração, os parentes deem mesadas aos pequenos. Assim, desde cedo eles começam a entender que o dinheiro não nasce em árvore e são estimulados a se tornarem consumidores conscientes no futuro.
 
"Tudo deve ser muito bem conversado", diz o professor educação financeira da BM&FBovespa José Alberto Netto Filho. "A criança acha que o dinheiro do pai vem dele. E é necessário que ela entenda que é proveniente do trabalho", orienta como um dos primeiros passos na hora da conversa.
 
IDADE - Não existe idade mínima para iniciar a mesada da garotada, diz o especialista em finanças pessoais e autor do livro Moneyfit, André Massaro. "Mas é possível que o entendimento da criança sobre dinheiro não seja formado com menos de dez anos." A condição financeira do doador também deve ser levada em conta.
 
CONTROLE - Lucas Farias de Almeida, 11 anos, recebe mesada de seus dois irmãos mais velhos desde quando tinha 6 anos. "A primeira vez, ele ganhou R$ 10 e durou só um dia. Ele foi ao mercado com a minha mãe e pediu para que comprasse bolacha e doces. Naquele mês, quando ele pediu outras guloseimas nós dissemos que ele já tinha usado o dinheiro. A partir daí ele começou a segurar mais o valor que recebia", conta o empresário andreense Juliano Farias de Almeida, que é um dos irmãos mais velhos de Lucas e contribui com a mesada.
 
Hoje, Lucas já tem noção de consumo consciente e economiza quando quer algo especial. "Eu e meu irmão entregamos R$ 400 por mês para ajudar a minha mãe a cuidar dele. Ela dá algo em torno de R$ 50 para o Lucas. Mas ele sabe juntar e já comprou até um tênis (igual ao) que os amigos usam na escola", destaca Almeida.
 
Diferentemente de Lucas, Bianca Cantero, 14 anos, não conseguiu administrar bem sua receita e acabou perdendo o benefício dos pais. "Quando ela queria comprar algo, pedia para eu descontar da mesada. Só que pedia mais do que podia pagar", conta a mãe Roseli Cantero Torres, moradora de São Bernardo. "Então nós cortamos a mesada."
 
Massaro aconselha que os pais imponham limites aos filhos. "Mas não pode ser como Exército, pois eles têm que aproveitar a infância." Ele orienta que a mesada tenha pequeno valor, mas que sejam atribuídos bônus quando as crianças cumprirem suas obrigações, como tirar notas boas no colégio.
 
Netto Filho é contra pagamentos extras. "Tem que ser bem pensado, pois pode ser interpretado como chantagem", destaca.
 
CORTE - Como a mesada vai de acordo com a condição financeira do pagador, Netto Filho aconselha que os pais expliquem para os filhos a situação economia familiar em caso de dívidas. "Tudo tem que ser bem combinado e claro para eles."
 
Valores variam de acordo com a idade dos pequenos
 
Os valores das mesadas devem, além de acompanhar o orçamento familiar, atender aos anseios das faixas etárias dos jovens. Uma criança com seis anos não tem as necessidades de ir no cinema e comprar a camiseta ou saia da moda como um pré-adolescente. "O interessante é aumentar os valores de acordo com a idade deles", diz o especialista em finanças pessoais e autor do livro Moneyfit, André Massaro.
 
O professor educação financeira da BM&FBovespa José Alberto Netto Filho apresenta uma das formulas para estipular os valores. "Até os 11 anos é interessante trabalhar com semanada para que eles acostumem com a questão do tempo. Nesta faixa etária é interessante dar R$ 1 para cada ano de idade da criança. Para os mais velhos, a quantia pode ser entre R$ 5 a R$ 10 para cada ano, mas como mesada".
 
Ambos especialistas aconselham que, sem contar a idade, aumentos nos valores podem acompanhar o avanço na renda familiar.

MoneyFIT na midia
25.08.2010

Para ver a matéria, clique aqui

 

Especialista dá dicas para sair do vermelho
O entrevistado deste mês é o especialista Antonio De Julio, conferencista, palestrante e coach.  Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit, atua na área de finanças há seis anos. Formado em análise de sistemas e publicidade, atua como trader independente de ações e opções na Bovespa e como consultor de finanças pessoais. Para ele, a melhor dica para controlar suas finanças é não agir por impulso e Planejar seu orçamento, que assim será possível sair do vermelho. Confira abaixo a entrevista!
1 – Qual sua dica para quem quer sair do vermelho?
Antonio De Julio: Parar de gastar, fazer um orçamento doméstico e ver para onde o dinheiro está indo. Buscar pagar juros menores com os bancos ou empréstimos que possibilitem quitar as dívidas com tarifas menores.
2 – Por que recomenda esta dica?
AJ: O Brasil é o campeão mundial de juros, e quanto mais tempo a pessoa está endividada, mais difícil será ela sair do vermelho.
3 – Qual o conselho que costuma dar para quem não quer entrar no vermelho nunca mais?
AJ: Nunca gastar mais do que ganha. Se for entrar em um financiamento, saiba EXATAMENTE o que está fazendo.
4 – Na sua opinião, quais são os maiores erros das pessoas que ficam endividadas?
AJ: Gastar por impulso, falta de disciplina financeira e falta de planejamento para dias difíceis, como a perda de um emprego, problemas de saúde ou reparos de emergência na casa.
5 – Como evitá-los antes que entre neles?
AJ: Procurar não utilizar o limite do cheque especial e o rotativo do cartão de crédito como “segundo salário”, fazer um planejamento doméstico incluindo a família são coisas simples que podem evitar muita dor de cabeça no futuro.
6 – Mais alguma coisa que ache interessante e queira comentar?
AJ: Dinheiro não é apenas “para se gastar”. Dinheiro deve ser a nossa base sólida para prosperar. As pessoas antes de pensar em gastar mais deveriam pensar em ganhar mais, em investir na carreira, cursos, em lidar com o seu dinheiro e não deixar tudo na mão dos bancos.

MoneyFIT na midia
24.08.2010

Matéria que saiu no portal R7 da Record

Link para a matéria original, aqui

Sair de uma loja com um produto mais barato não depende da sorte, mas de práticas bastante comuns e acessíveis a qualquer um. A arte da pechincha requer só um pouco de capacidade de negociação do cliente e muita pesquisa.

Para Bianca Juliano, assessora de investimentos da XP Educação, o segredo para achar os menores preços é garimpar bastante. Ela diz que a internet facilitou essa etapa porque permite encontrar os maiores e os menores preços de cada produto com poucos cliques.

- Tudo começa com a pesquisa, desde saber as características dos produtos até achar os menores preços. Sempre vale a pena dar uma olhada para saber qual o menor e o maior valor pedido no mercado para aquilo que você quer.

Antonio de Julio, consultor da MoneyFit, afirma que a melhor ferramenta para passar essa etapa são os sites de comparação de preços. Muitos buscam na própria internet o produto e mostram as melhores ofertas.

- Hoje, quando eu procuro comprar um bem, a primeira coisa que vou fazer é pesquisar. Acho que a internet hoje é o local para o consumidor pechinchar. Ela tem um alcance muito grande e pode ser usada para comparar o valor de praticamente qualquer coisa.

 

Fóruns facilitam

Uma das dicas práticas de como usar a web a seu favor é abusar dos fóruns. Em qualquer buscador (Google, Bing, Yahoo, entre outros) é possível encontrar um tipo de sala de bate-papo com quem possa responder às dúvidas de consumo – das complexas às mais básicas, como “é melhor uma TV de LCD ou uma de LED?”.

- Os fóruns de internet funcionam como um bate-papo com alguém que manja mais do que você sobre aquele produto que você procura.

Ele diz que as pessoas que acessam esses sites trocam experiências com outros usuários e ainda podem te mostrar o caminho de onde comprar o que você quer em condições melhores.

Se você não vai comprar na rede, adquira o hábito de imprimir a página do site em que você viu uma oferta. Ela, normalmente, é aceita nas lojas como comprovante de “preço a ser coberto”.

Controle e negociação

Mas a arte de conseguir algo mais barato não se resume a isso. Tão importante quanto negociar descontos na compra à vista ou tentar diminuir o valor da parcela na venda a prazo é saber organizar seu orçamento. Bianca Juliano afirma que a pessoa consegue ter um bom controle financeiro e pode até aproveitar os momentos de liquidação das lojas ou ser fisgado pelas promoções-relâmpago.

- É bom ficar de olho ao momento em que as lojas estão buscando mais vendas. Isso normalmente ocorre no fim do mês, quando o salário do consumidor está mais comprometido. Para não perderem vendas, as lojas fazem um esforço para atrair o cliente e concedem descontos. Quem tem uma compra razoavelmente planejada, consegue deixar o dinheiro guardado e esperar esse período do mês para negociar mais na loja.

Negociar e resistir ao impulso de uma compra no ato também são lições a serem aprendidas. Os especialistas dizem que não é só a compra desnecessária que pode afetar o bolso. Muitas vezes, quem não pesquisa acaba encontrando o mesmo produto por um valor menor – e se frustra por ter perdido dinheiro.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) mantém um portal com dicas de consumo consciente (www.meubolsoemdia.com.br) para quem quer saber como trabalhar em parceria com o próprio dinheiro.

Segundo Fábio Moraes, diretor de educação financeira da Febraban, nem sempre quando o preço do produto que você precisa cai é uma boa hora para comprá-lo. Ele diz que o consumidor tem de avaliar a necessidade dessa aquisição e a prioridade desse bem.

- Essa questão de promoções que você não pode perder é roubada. Existe uma real necessidade? Se sim, questione se ele cabe no orçamento. Além disso, ele é prioridade? E aí tem que colocar as contas na ponta do lápis, não para impedir o consumo, mas para garantir um consumo futuro sem interrupções ou endividamento


2009 © MoneyFit. Todos direitos reservados.