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04.08.2010

O conforto da renda fixa será cada vez menor e as pessoas terão que mudar sua cultura de investimentos,

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28.07.2010

É preciso evitar consumo desnecessário, planejar, criar novos hábitos e discutir gastos em família e analisar para onde vai o dinheiro, alerta...


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20.07.2010
Pessoas pertencentes à classe C devem ter cuidados redobrados na hora da compra de um carro para evitar o endividamento...

Comportamento
19.07.2010

Bom, primeiramente, vamos definir o que é uma dívida, ou melhor, vamos relembrar o que ela representa.

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28.07.2010
Além de evitar o endividamento, família brasileira deve ter mais atenção em relação ao futuro de suas finanças

 

Como percebemos as famílias brasileiras, principalmente da classe C estão contribuindo para o avanço da economia, mas ao mesmo tempo é preciso tomar cuidado para não cair no endividamento. Segundo Antonio De Julio, especialista em finanças e desenvolvimento pessoal do Moneyfit, é necessário ir além do simples cuidado para evitar as dívidas. É preciso planejamento e pensar no futuro. Segundo ele, em relação aos gastos do dia a dia, as famílias devem agir com mais união do mesmo modo que agem quando vão celebrar uma data festiva como o Natal ou um aniversário, por exemplo.
 
“Nessas datas, os familiares costumam dividir tarefas, ver se alguém precisa de ajuda, quem tem mais habilidade com alguma tarefa específica, para que tudo aconteça o mais perfeito possível”, explica Antonio De Julio. É possível fazer isso com o dinheiro também. Segundo ele, o ideal seria fazer uma reunião sobre o orçamento e definir o que é mais importante PARA TODOS e não somente para cada um, e assim agir juntos para alcançar o objetivo traçado. Desta forma, cada família saberá qual o valor que cada integrante pode contribuir para a realização dos sonhos. Antonio De Julio destaca que contribuição não significa apenas colocar dinheiro, pode ser POUPAR dinheiro.
 
 O especialista também alerta que o  individualismo tem que ser deixado de lado. Os jovens precisam participar cada vez mais sobre as decisões do orçamento familiar e ver se os pais estão conseguindo pagar as contas, evitar desperdícios como água, luz, telefone, conversar mais sobre dinheiro, tentar entender qual a situação de cada um dentro da casa, fazer o controle de orçamento individual e familiar e sempre pensar "no que eu posso fazer para ajudar na minha casa”? Não seria bom "a casa" ter uma reserva financeira para momentos de crise, como uma reforma de emergência?
 
 Para não deixar de pagar as contas em dia, entre aluguel, carro, despesas com lazer e ao mesmo tempo não esquecer do futuro é preciso lembrar que "um dia a conta chega". Antonio De Julio explica que nada adianta ter se não puder manter, principalmente quando falamos de uma casa ou um carro, pois, são tipos de bens que se deterioram e precisam de manutenção. “Parar um pouco, rever o controle de gastos, ver o caminho que seu dinheiro está tomando é uma ótima maneira de avaliar como será o seu futuro se continuar com os mesmos hábitos.  Quando não temos referência para seguir, dificilmente nossa mente irá nos auxiliar, pois somos "programados de fábrica" a evitar lembrar situações dolorosas”, ressalta ele.  
 
 Para Antonio De Julio, o ato de comprar dá um sensação de "poder". E quando uma pessoa vai ao shopping dificilmente não deixa de reparar nas vitrines. Mas, nesse momento é preciso pelo menos tentar evitar o impulso, dar uma volta, ver se realmente esse item é tão essencial assim e se não consegue achar algum similar mais barato já pode ser um ótimo começo.  Essa atitude é importante porque a vida é cheia de “altos” e “baixos”. E quem não se prepara para "os baixos", os mais "rasos" que sejam, pode levar um tombo que com certeza deixará sequelas mais difíceis de serem curadas do que quem planeja o futuro e impõe limites no orçamento. Tenha em mente que "nunca acertaremos todas" e que o importante é "estar vivo para a próxima". Alerta Antonio De Julio.
 
Antonio de Julio conclui e explica que a melhor forma para preparar o bolso para situações difíceis  é a prevenção. O ideal seria que cada família brasileira tivesse uma reserva financeira, mas REALMENTE para momentos difíceis e não para qualquer "emergência" como um rombo no cartão de crédito de um membro da família. De nada adianta uma pessoa contribuir enquanto a outra gasta pela família toda, ressalta ele.  

Informações à Imprensa

Anna Karina Spedanieri

 11- 97226600

 



Fonte:
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